O elevador de emergência é um dispositivo semelhante a um elevador comum, porém dotado de proteções adicionais e fonte de alimentação secundária, destinado aos bombeiros para auxiliar no combate ao incêndio, na retirada de feridos, doentes e pessoas com mobilidade reduzida ou em evacuação emergencial. Em situações normais, ele pode ser usado para outros fins, como transporte de pessoas e cargas, o que evita que fique ocioso no dia a dia da edificação.
Sua operação em emergência ocorre em duas fases: a Fase 1, de reversão de emergência, acionada manualmente pelo painel de comando externo no piso de descarga, e a Fase 2, de operação de emergência, conduzida pela equipe de bombeiros pelo painel interno com comutador de chave. Antes da chegada dos bombeiros, por interface com a central de alarme, os elevadores entram automaticamente em modo de evacuação emergencial, priorizando o pavimento sinistrado, os dois imediatamente acima e os dois abaixo.
Entre os requisitos estão caixa com TRRF nunca inferior a 120 minutos e independente da dos elevadores comuns, portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada, varanda, hall pressurizado ou patamar de escada pressurizada, sistema de drenagem contra a água do combate, gerador com autonomia mínima equivalente ao TRRF e nunca inferior a 120 minutos, alçapão de emergência no teto da cabina e sistema de intercomunicação. A Elite AVCB compatibiliza esses requisitos com o projeto do edifício.
- Fase 1 de reversão e Fase 2 de operação pelos bombeiros
- Modo automático de evacuação emergencial pela central de alarme
- Caixa independente com TRRF nunca inferior a 120 minutos
- Gerador de emergência com autonomia mínima de 120 minutos
Base normativa: IT 11/2025, itens 4.9.1 a 4.9.5 — CBPMESP. Baixe o documento completo na biblioteca oficial.