Saídas de emergência são o conjunto de caminhos protegidos que permitem que toda a população de uma edificação a abandone com segurança em caso de incêndio ou pânico e que, ao mesmo tempo, garantem o acesso das guarnições do Corpo de Bombeiros para combate ao fogo e resgate de pessoas. Não se trata apenas de uma porta ou de uma escada isolada: é um sistema contínuo que começa no ponto mais distante de cada pavimento e termina na via pública ou em área externa segura, sem interrupções, obstáculos ou pontos de estrangulamento.
A Instrução Técnica nº 11/2025 do CBPMESP estabelece os requisitos mínimos desse sistema e se aplica a praticamente todas as edificações do Estado de São Paulo. O dimensionamento parte do cálculo da população de cada pavimento, definido por coeficientes que variam conforme o grupo de ocupação, e resulta no número de unidades de passagem, na largura de corredores, escadas e portas, na quantidade de saídas e nas distâncias máximas que uma pessoa pode percorrer até alcançar um local de relativa segurança. O tipo de escada exigido depende ainda da ocupação e da altura da edificação.
Na prática, saída de emergência é a medida de segurança mais cobrada em vistoria, porque falhas ali comprometem a vida antes de qualquer outro sistema. Rota bloqueada por mercadoria, porta que abre no sentido errado, escada estreita ou caixa de escada usada como depósito reprovam a vistoria e impedem a emissão do AVCB. A Elite AVCB projeta, adequa e documenta as saídas de emergência de acordo com a IT 11/2025, compatibilizando arquitetura, ocupação real e exigências do Corpo de Bombeiros.
- Compreende acessos, rotas horizontais, escadas ou rampas, descarga e elevador de emergência
- Dimensionada a partir da população calculada por coeficientes da IT 11/2025
- Deve permanecer desobstruída, sinalizada e iluminada de forma permanente
- Item de reprovação frequente em vistoria do Corpo de Bombeiros
Base normativa: IT 11/2025, itens 1.1 e 4.2 — CBPMESP. Baixe o documento completo na biblioteca oficial.