A velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captação deve ser de no máximo 8 m/s. No trecho de distribuição, o limite é de 10 m/s quando o duto for construído em alvenaria ou gesso acartonado e de 15 m/s quando for construído em chapa metálica. Esses valores constam do item 4.1.5.3 da IT 13/2025 e devem ser demonstrados trecho a trecho no memorial, junto com as perdas de carga de cada singularidade.
O limite influencia diretamente a arquitetura, porque define a seção mínima do shaft. Com vazão de 5 metros cúbicos por segundo e duto metálico a 15 m/s, a seção necessária é de aproximadamente 0,34 metro quadrado; o mesmo ar em duto de alvenaria a 10 m/s exige cerca de 0,50 metro quadrado. Como a IT desaconselha dutos com área interna inferior a 0,5 metro quadrado, triangulares ou com largura menor que 40 centímetros, o dimensionamento precisa ser travado ainda na fase de projeto arquitetônico, e não depois da obra iniciada.
Para edificações existentes é possível aceitar velocidades diferentes, desde que comprovada a inexistência de solução técnica de adequação, com justificativa formal. Já em edificações com altura superior a 80 metros, a IT exige cuidados especiais justamente quanto à velocidade máxima, vazão e perdas. A Elite AVCB compatibiliza o shaft de pressurização com o projeto de arquitetura desde o início, evitando o retrabalho clássico de descobrir na análise que o duto previsto não comporta a vazão calculada.
- Trecho de captação: máximo de 8 m/s
- Distribuição em alvenaria ou gesso acartonado: máximo de 10 m/s
- Distribuição em chapa metálica: máximo de 15 m/s
- Evitar dutos com área interna inferior a 0,5 m² ou largura menor que 40 cm
Base normativa: IT 13/2025, itens 4.1.5.3, 4.2.1 e 4.3.3 — CBPMESP. Baixe o documento completo na biblioteca oficial.