O ensaio de aprovação da pressurização consiste em duas medições. A primeira é a do diferencial de pressão entre a escada e os espaços não pressurizados adjacentes, com todas as portas corta-fogo fechadas. A segunda é a da velocidade do ar que sai por um conjunto representativo de portas abertas, na quantidade adotada no cálculo conforme o Anexo B. O teste só pode ser feito com o edifício concluído, com os sistemas de ar-condicionado e de pressurização balanceados e com todo o sistema operando no modo de emergência.
A medição de pressão é feita com manômetro de líquido ajustável ou instrumento calibrado equivalente, posicionando-se sondas de cada lado de uma porta fechada, com uma delas atravessando a fresta e penetrando o espaço até ficar em região de ar parado; recomenda-se sonda com dobra em L de pelo menos 50 milímetros. A velocidade é medida com anemômetro de fio quente, pela média aritmética de no mínimo doze pontos uniformemente distribuídos no vão da porta aberta, com o edifício vazio e vento estável. Um teste de fumaça não substitui essas medições.
Divergências têm três causas principais: vazão de ar insuficiente, áreas de vazamento excessivas para fora do espaço pressurizado ou áreas de escape insuficientes para fora do edifício. O nível de pressurização medido não pode ser inferior a 90 por cento do projetado nem exceder 60 Pa. Os diferenciais de pressão devem ser verificados anualmente. A Elite AVCB executa o comissionamento no modelo do Anexo G da IT 13/2025 e emite o laudo de pressurização de escada com o comprovante de responsabilidade técnica.
- Medir o diferencial de pressão com todas as portas fechadas
- Medir a velocidade média em 12 pontos no vão da porta aberta
- Resultado aceitável entre 90 por cento do projetado e 60 Pa
- Verificação anual dos diferenciais de pressão pelo responsável pelo uso
Base normativa: IT 13/2025, itens 4.5.1 a 4.5.4 e Anexo G — CBPMESP. Baixe o documento completo na biblioteca oficial.