A vazão e a pressão mínimas dependem do tipo de sistema definido na Tabela 2 da IT 22/2025 e são medidas sempre na válvula do hidrante hidraulicamente mais desfavorável. No tipo 1 são 100 litros por minuto a 80 mca; no tipo 2, 150 litros por minuto a 30 mca; no tipo 3, 200 litros por minuto a 40 mca; no tipo 4, 300 litros por minuto a 65 mca com mangueira de 40 mm ou a 30 mca com mangueira de 65 mm; e no tipo 5, 600 litros por minuto a 60 mca em hidrante duplo.
Existe também um teto: o sistema deve ser dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho nos esguichos não ultrapasse 100 mca, equivalentes a 1.000 kPa. Pressão excessiva torna a mangueira incontrolável para o brigadista e pode romper componentes. A IT 22/2025 admite pressões menores que as da Tabela 2 desde que o projetista comprove, por cálculo hidráulico e catálogo do fabricante do esguicho, que a vazão da tabela e o alcance mínimo de jato de 10 metros continuam sendo atendidos, apresentando as memórias de cálculo correspondentes. Sem essa comprovação, o projeto volta com exigência técnica.
Na vistoria, o agente do Corpo de Bombeiros verifica se o sistema entrega na prática o que o projeto prometeu, e a divergência entre projeto e obra é uma das causas mais comuns de reprovação. A Elite AVCB realiza o ensaio de vazão e pressão com manômetro e hidrômetro no ponto mais desfavorável, registra os valores no relatório de comissionamento previsto no Anexo F da IT 22/2025 e corrige o que estiver fora antes de solicitar a vistoria, o que reduz o risco de nova exigência e novo prazo. O ensaio também antecipa falhas ocultas na bomba.
- Os valores são medidos no hidrante mais desfavorável
- Vazões mínimas variam de 100 a 600 litros por minuto
- Pressão máxima nos esguichos limitada a 100 mca
- Alcance mínimo do jato compacto: 10 metros
Base normativa: IT 22/2025, itens 4.6.1.2, 4.8.2 e 4.8.8 e Tabela 2 — CBPMESP. Baixe o documento completo na biblioteca oficial.