A saída de emergência é composta por acessos ou corredores, rotas de saída horizontais com suas respectivas portas ou espaço livre exterior, escadas ou rampas, descarga e, quando exigido, elevador de emergência. Esses elementos precisam funcionar de forma encadeada: quem sai de qualquer ponto do pavimento percorre o acesso, alcança a escada ou a rampa, desce até o piso de descarga e chega, sem barreiras, à via pública ou a uma área externa em comunicação com ela.
Cada componente tem exigências próprias na IT 11/2025. Os acessos precisam de largura calculada, pé-direito mínimo de 2,30 m, sinalização e iluminação de emergência. As escadas exigem material incombustível, corrimãos em ambos os lados, guardas nos lados abertos e piso antiderrapante. A descarga pode ser corredor enclausurado, corredor desobstruído, corredor a céu aberto ou área em pilotis, sempre dimensionada para receber todas as saídas horizontais e verticais que convergem para ela. O elevador de emergência é obrigatório apenas em edificações altas e em ocupações institucionais específicas.
Erros comuns aparecem justamente na costura entre esses trechos: escada larga que desemboca em corredor estreito, descarga usada como estacionamento ou porta final trancada. Como a largura da saída é medida sempre no ponto mais estreito, qualquer estrangulamento anula o dimensionamento do restante. A Elite AVCB revisa a rota completa, da unidade mais distante até a calçada, e indica as correções necessárias antes de o processo seguir para vistoria.
- Acessos e corredores dimensionados por unidades de passagem
- Rotas horizontais, portas e espaço livre exterior
- Escadas ou rampas de emergência conforme ocupação e altura
- Descarga: corredor enclausurado, desobstruído, a céu aberto ou pilotis
- Elevador de emergência quando exigido pela altura ou pela ocupação
Base normativa: IT 11/2025, item 4.2.1 — CBPMESP. Baixe o documento completo na biblioteca oficial.