O ar insuflado na escada precisa de caminho de saída para o exterior, caso contrário a pressão sobe e a porta trava. A IT 13/2025 exige que sejam previstas áreas de escape de ar em cada pavimento, preferencialmente em pelo menos duas faces do edifício, proporcionando no total uma vazão mínima correspondente a 15 por cento da vazão volumétrica média que escapa de uma porta corta-fogo aberta a 1,0 m/s. É um critério simples de verificar em planta e frequentemente esquecido nos projetos.
A norma admite cinco métodos: escape por janelas; por aberturas especiais no perímetro que permanecem fechadas em uso normal e abrem com a ativação do sistema; por dutos verticais, desde que não comprometam a compartimentação vertical, com as aberturas protegidas nos moldes da IT 09; por extração mecânica, seguindo critérios das IT 09 e IT 15; ou por outro método do projetista, desde que comprove desempenho e não prejudique as demais medidas de segurança da edificação.
Quando o escape depende de dispositivos automáticos, o sinal que os opera deve ser o mesmo que aciona o motoventilador no estágio de emergência, sendo vedados sensores independentes que acionem apenas os dispositivos de escape. Todo equipamento acionado automaticamente para essa finalidade entra no programa de manutenção. A Elite AVCB verifica a área de escape disponível em cada pavimento antes de fechar o cálculo, porque escape insuficiente é uma das três causas clássicas de reprovação no ensaio.
- Escape mínimo equivalente a 15 por cento da vazão de uma PCF aberta
- Preferência por aberturas em pelo menos duas faces do edifício
- Métodos aceitos: janelas, aberturas especiais, dutos verticais ou extração mecânica
- O comando do escape deve vir do mesmo sinal que aciona o ventilador
Base normativa: IT 13/2025, item 4.3.8 — CBPMESP. Baixe o documento completo na biblioteca oficial.