A introdução de ar pode ser natural ou mecânica e obedece a limites distintos de velocidade. Na introdução natural, por portas, janelas e venezianas posicionadas abaixo da camada de fumaça, a velocidade máxima nas aberturas é de 2 metros por segundo e a vazão volumétrica deve ser igual à de extração. Na introdução mecânica, a velocidade nas aberturas de insuflação não pode ultrapassar 5 metros por segundo e a vazão deve ser da ordem de 60 por cento da vazão de extração, à temperatura de 20 graus Celsius.
A posição das aberturas também é regulada. Se a velocidade de entrada de ar for superior a 1 metro por segundo, a camada de fumaça deve ser projetada 1,5 metro acima das aberturas consideradas; se for inferior a 1 metro por segundo, basta 0,5 metro acima. Na insuflação mecânica, as aberturas devem ficar no terço inferior do acantonamento, evitando turbulências que espalhem fumaça ou fogo, e os ventiladores de introdução não podem captar fumaça do incêndio. Podem ser usados plenos para entrada de ar, mas nunca para extração.
Havendo impossibilidade técnica de prever entrada de ar no acantonamento sinistrado, ela pode ser suprida pelas aberturas de introdução dos acantonamentos adjacentes. Em centros comerciais com pavimentos interligados, a entrada pode ser feita pelas portas do térreo, com abertura automática comandada pela detecção. A Elite AVCB dimensiona extração e reposição em conjunto, porque sistema com extração correta e ar de reposição insuficiente simplesmente não atinge a vazão de projeto.
- Introdução natural: máximo de 2 m/s e vazão igual à de extração
- Introdução mecânica: máximo de 5 m/s e vazão da ordem de 60 por cento
- Insuflação mecânica posicionada no terço inferior do acantonamento
- Plenos podem ser usados para entrada de ar, nunca para extração
Base normativa: IT 15/2025 Parte 5, item 10.23 e Parte 2, item 7.1.2 — CBPMESP. Baixe o documento completo na biblioteca oficial.