O acionamento principal da pressurização em emergência deve ser feito pelo sistema automático de detecção de fumaça, pontual ou linear, exigido no mínimo no hall interno de acesso à escada pressurizada e nos corredores principais de acesso, dimensionado conforme a IT 19/2025. Todos os ambientes e halls com acesso direto à escada devem ter detecção. O detector instalado dentro do espaço pressurizado não é aceito, pois deve ficar do lado de fora da porta corta-fogo de comunicação.
A lógica de comando é rígida. Qualquer sinal de alarme ou de defeito deve ser interpretado como alarme e acionar a pressurização, e não é permitido desligar o sistema pela central. Os motoventiladores não podem depender da ativação dos dispositivos sonoros nem do reconhecimento do alarme pelo vigilante. O detector instalado na sala dos motoventiladores é a exceção: ele deve ter laço exclusivo e independente e, ao atuar, inibir a partida do sistema, evitando que o ventilador capte fumaça de um incêndio nas adjacências. A parada do sistema em emergência só pode ser feita manualmente.
São exigidos acionadores manuais remotos na sala de controle central, portaria ou guarita com vigilância permanente e no compartimento do motoventilador, quando distante. Onde houver destravadores eletromagnéticos nas portas corta-fogo, o tempo máximo de fechamento é de 30 segundos. A Elite AVCB integra detecção, pressurização, ar-condicionado e portas em uma única lógica documentada, condição para aprovar o teste funcional no dia da vistoria.
- Detecção automática de fumaça é o acionamento principal
- Detector dentro do espaço pressurizado não é aceito
- Detector da casa de máquinas em laço exclusivo, inibindo a partida
- Parada do sistema em emergência somente de forma manual
Base normativa: IT 13/2025, item 4.3.7 — CBPMESP. Baixe o documento completo na biblioteca oficial.